sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sua

Fiz um bolo pra você. Vem logo!
Não é seu aniversário, mas precisamos comemorar. Eu preciso.
Eu te espero.
Eu espero o tempo que for, na verdade.
Espero pra ser sua de novo, pra matar o que não pode morrer.
Espero pra amar de amor. "Morrer de amor e depois agradecer".
Sem café amargo, só nosso bolo.
Só o doce do desejo apaixonado.
Brindemos à paixão!
O que seria do amor se não fosse a paixão?! Amor morno adormece, ou morre.
Amor com paixão sustenta, revigora, move. Queima.
Sustenta, alimenta.
Como um cálice de vinho. Queijos. Chocolate. Minha boca. Minha vida.
O que você quiser.
Antes, durante, depois.
Quando quiser.
Sou sua.
Minha pele. Meus olhos. Meu corpo é teu corpo. Teu corpo é extensão do meu.
Somos quase um. Mas somos dois. Porque dois é mais e é melhor que um.
Entre 2 há respostas que um não pode dar. Há carícias que um só não pode fazer por si mesmo.
Chega logo!
Vamos comemorar!
Sentir-lhe mais uma vez, ouvir-lhe falando baixinho no meu ouvido. Sentir sua respiração e respirar no mesmo ritmo seu.
O calor que sobre pelas pernas, pelo ventre, pela face...
Vem. Se for pra ir novamente, vamos embora. Mas vem comigo!
Eu mostro a estrada pra você. Meu peito, o clarão, o caminho.
Vem que eu te guio.
Entra pela mesma porta, nem precisa avisar.
Parte o bolo que é seu. Come um pedaço de mim.
Você que me acalma, me agrada, me diverte.
É dono do meu amor apaixonado. Calmaria que grita em meu peito e tranquiliza em seus braços.
E eu...
Eu sou sua.

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