Eu vejo gente querendo tirar a legitimidade de um movimento inicialmente de utopia democrática. Eu vejo gente sorrateiramente manipulando os mais frágeis para deslegitimar este movimento.
Eu vejo gente atentando contra a liberdade de expressão e, mais ainda, atentando contra a verdade e a transparência.
Eu vejo gente burlando promessas, e outras tantas agindo incoerentemente e de forma não costumeira pela vontade alheia e pelo receio eleitoral.
Eu vejo gente querendo achar "O dono da culpa", e gente que simplesmente quer colocá-la em quem convém. Aliás, eu vejo muita conveniência.
Eu vejo gente agindo de má fé, incitando a discórdia quando deveria garantir a segurança. Ao mesmo tempo, vejo gente em fúria, radicalmente contra tudo aquilo que também somos, contra este sistema triturador e promíscuo; gente que não é tão bem-vinda ou bem-vista.
Eu vejo o medo ao lado da esperança, vejo sangue de morte e de vida. Vejo a ingenuidade de uns e a esperteza de outros. Vejo o livre arbítrio, mas também vejo sujeitos corrompidos.
Eu vejo força, e alguma reflexão. Eu vejo um jogo de interesses!
Vejo resultados que acomodam, e decisões que distorcem a visão.
Vejo "canhotos e destros".
Vejo pessoas em um misto de medo e ansiedade. Eu sinto.
Medo de sermos usados como peças de um jogo, de acreditarmos na voz e na autonomia e colocarmos nossa voz nas mãos do destinatário errado.
Espero que o Gigante se mantenha vigilante, de olhos abertos. Ele, que diz ter acordado agora, deve estar ciente que qualquer pestana tirada pode ser fatal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Quero te ouvir...