"Maria das Quimeras me chamou Alguém.. Pelos castelos que eu ergui P’las flores d’oiro e azul que a sol teci Numa tela de sonho que estalou.
Maria das Quimeras me ficou; Com elas na minh’alma adormeci. Mas, quando despertei, nem uma vi Que da minh’alma, Alguém, tudo levou!
Maria das Quimeras, que fim deste Às flores d’oiro e azul que a sol bordaste, Aos sonhos tresloucados que fizeste?
Pelo mundo, na vida, o que é que esperas?… Aonde estão os beijos que sonhaste, Maria das Quimeras, sem quimeras?…"
[Florbela Espanca - Livro de Soror Saudade]
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